Dia 18 de Outubro de 2010 às 21h30
Dia 20 de Outubro de 2010 às 21h30
Sinfonia de Sofia
Svillen Simeonov, director
Com esta obra o autor quis transportar para a música os sentimentos que despertam nas estações do ano. Os violinos, a orquestra de cordas e o baixo contínuo conseguem imitar o canto dos pássaros, os disparos da espingarda, os latidos dos cães, o som da água dos ribeiros... Trata-se de um género de música descritiva ou programática, muito em voga no período barroco, ainda que superado por Vivaldi.
Dentro da vasta produção de composições de António Vivaldi (uns 750 títulos), “As Quatro Estações” é a sua obra mais famosa e difundida. As quatro partituras que a integram (“A Primavera”, “O Verão”, “O Outono” e “O Inverno”) formam parte de um conjunto de doze concertos para violino e orquestra estreados em Amesterdão no ano de 1725.
Trata-se de um género de música descritiva ou programática, muito em voga no período barroco, ainda que superado por Vivaldi, incorporando inovações musicais e dotando-a de grande frescura e força expressiva. Nunca antes se havia descrito melhor em música: tormentas de verão, frias tardes de inverno ou a alegria da primavera.
CANON DE PACHELBEL
Escrito em 1680 para três violinos e um contínuo, esta obra constitui o maior expoente do Canon (composição de duas ou mais vozes que vão entrando sucessivamente, repetindo cada uma o canto da anterior). Pachelbel, compositor e pianista, conheceu a família Bach e as suas obras exerceram uma grande influência sobre Johann Sebastian.
SUITE Nº2 PARA FLAUTA E CORDAS, BWV 1067, Bach
AREA DA SUITE Nº 3 BWV 1068, Bach
CONCERTO GROSSO EM RÉ MAIOR, Op. 6,Nº 4, Corelli.
SINFONIA DE SOFIA
A Sinfonia de Sofia é uma das principais formações do panorama musical búlgaro. Integra cinquenta músicos formados nas melhores academias da Bulgária e do Leste da Europa. Conta com um amplo repertório que recorre desde à música pré-clássica até ao século XX, na qual as obras dos compositores contemporâneos búlgaros e estrangeiros ocupam um lugar de destaque.
Dia 10 de Novembro de 2010 às 21h30
The Original Glenn Miller Orchestra é uma das mais populares big bands.
Criada em 1988, a Glenn Miller Orquestra tem mantido desde então a mesma formação sobre o palco que criou o grande músico norte-americano: cinco saxofones, quatro trompetes, quatro trombones e três percussões, além de um vocalista masculino e outro feminino.
O grupo vocal The Moonlight Serenaders e a formação de jazz The Uptown Hall Gang converteu o espectáculo numa magnífica viagem à época dourada do swing.
O repertótio da orquestra inclui mais de 200 temas, muitos deles procedentes das partituras originais, entre as quais não podia faltar In the Mood, Moonlight Serenade, American Patrol o Chattanooga Choo Choo. No repertório destacam-se também as contribuições de Jerry Gray, Billy May e Hill Finegan.
Com uma longa trajectória profissional de cinco décadas, Ray McVay é um dos grandes directores do panorama musical no Reino Unido.
McVay tem sido também uma personagem popular na televisão britânica: durante 12 anos participou no programa Come Dancing, onde obteve uma dúzia de prémios pela sua dedicação ao mundo da dança. Também conduziu o seu próprio programa de rádio, Monday, Monday, durante quatro anos.
Nos últimos anos, a Glenn Miller Orchestra actuou nos grandes festivais e auditórios: Festival de Jazz de Edimburgo, Festival de Jazz de Glasgow, Godiva Music Festival (Coventry, Reino Unido), Royal Festival Hall, Barbican Hall londinense, Palacio de Versalles, Castillo de Windsor, etc.
Dia 16 de Novembro de 2010 às 21h30
Maurice Ravel (1875-1973)
O grande representante da escola musical francesa, Maurice Ravel, é universalmente conhecido graças ao seu “Bolero”.
As suas primeiras obras (como o ciclo de poemas “Schéhérazade”) foram marcadas fortemente pelo “Prelúdio à sesta de um fauno”, de Debussy, apesar de cedo ter tido influencias alheias, encontrando a sua própria via de expressão. Estreado em 1928 na Ópera de Paris como um ballet, o “Bolero” constitui um autêntico exercício de virtuosismo orquestral cujo interesse reside na forma como Ravel combina os diferentes instrumentos, desde o subtil pianíssimo do início até ao fortíssimo final.
Dia 13 de Dezembro de 2010
Dia 14 de Dezembro de 2010 às 21h30
Carmina Burana é, sem dúvida, a obra mais célebre do compositor alemão Carl Orff. O músico tomou os textos homónimos de uma colecção de cerca 300 cantos escritos por clérigos e estudantes vagabundos dos séculos XII e XIII. Assim, compôs em 1937 uma cantata escénica que leva o mesmo nome que o original e cujo fragmento mais conhecido é “O Fortuna”.
Os poemas incluem canções de amor, de taberna, sátiras, canções estudantis…mas todos constituem um canto ao amor e aos prazeres tenrais.
Beethoven escreveu a Quinta Sinfonia entre 1804 e 1808, e estreou-a a 22 de Dezembro desse mesmo ano em Viena. Trata-se de uma das peças mais célebres da música clássica, e influenciou poderosamente os compositores posteriores como Brahms, Tchaikovsky e Mahler.
Os primeiros rascunhos da Sinfonia nº 9 em Ré menor, Op. 125 datam de 1809, encontrando-se escritos para a mesma ao largo de 1815, 16 e 18. Em 1823, Beethoven, para dar cumprimento a uma solicitação feita em 1817 pela Royal Philharmonic Society de Londres, retoma a composição durante sua estadia na residência de verão do barão de Pronay e, até outubro, deixa terminados os três primeiros tempos; em fevereiro do ano seguinte conclui o quarto. Parece que Beethoven compreendeu que um final somente instrumental não cabia dentro da magnificência dos três movimentos que já havia escrito, e resolveu genialmente o problema levando a música um antigo projeto: a oda de Schiller An die Freude; assim, esta oda se converteu em um monumental remate coral. A estréia desta imensa obra foi em Viena em 7 de mayo de 1824.
Um concerto a nao perder!
Dia 22 de Dezembro de 2010 às 21h30
Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky | Coreografia: Marius Petipa e V.Vainonen baseado no conto de E.T.A. Hoffmann | Cenografia: Evgeny Gurenko | Guarda-roupa: Marina Sokolova | Première: 17 de Dezembro de 1892, Teatro Mariinsky, em Sait Petersburg, Rússia | Duração: 120 minutos (com um intervalo de 15 minutos) | M/3.
Duração: 2h00 / Intervalo: Sim 15 Min.
Classificação: M/3 anos (bilhetes pagos a partir dos 3 anos)
Informações: 21.357 20 25 (das 13h00 às 19h00)
Reservas: 707 234 234
Preçário
1º Plateia - 27,00
2º Plateia - 27,00
1º Balcão Frente - 22,00
2º Balcão Frente 20,00
1º Balcão Lateral (visibilidade reduzida) - 18,00
2º Balcão Lateral (visibilidade reduzida) - 16,00
Frizas (cada lugar) - 25,00
Camarotes (cada lugar) - 22,00
Este Natal, a Classic Stage orgulha-se de apresentar o bailado “Quebra-Nozes”, o grande espectáculo que vai encantar o público Português.
Celebra-se a festa do Natal em casa da pequena Clarinha. Os convidados começam a chegar enquanto as criadas e os familiares ultimam os preparativos. Ao fundo do salão ergue-se, resplandecente de luzes e de prendas, a árvore de Natal…
Baseado no conto “O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos”, de E. T. A. Hoffman, o bailado “Quebra-Nozes” é a história de uma menina que sonha com um Príncipe Quebra-Nozes.
Numa feroz batalha contra um Rei dos Ratos, Quebra-Nozes encontra-se em grave perigo. Clarinha, vencendo os seus próprios medos, entra nesta batalha e batendo desesperadamente com os seus sapatinhos acaba por aniquilar o Rei dos Ratos.
Transformado agora num príncipe, Quebra-Nozes conduz Clarinha ao Reino das Neves e a um Reino Maravilhoso, onde uma boa fada distribui alegria e guloseimas às crianças que, como Clarinha, ainda têm a capacidade de sonhar.
Uma história que estimula o imaginário de cada um de nós, remetendo-nos para o reino da fantasia e do imaginário.
Sedeada em Moscovo, o Moscow Tchaikovsky Ballet, companhia itinerante, congrega solistas dos principais teatros da ex-União Soviética: Teatro Bolshoi e Teatro Perm, na Rússia; Teatro Kiev e Teatro Odessa, na Ucrânia; e Teatro Tbilisi, na Geórgia. A companhia despertou desde logo interesse pelo seu nome. As primeiras actuações em Inglaterra e em Itália não deixaram dúvidas, o público foi unânime em reconhecer as características e qualidade dos intérpretes. A intensidade das suas expressões, a subtileza dos seus movimentos, a graciosidade dos seus gestos, e a capacidade técnica exemplar dos bailarinos são motivo de orgulho para Anastasia Sverchkova, Directora Artística e bailarina na companhia.
ESTE NATAL ASSISTA, EM FAMILIA, A UMA GRANDE NOITE DE BAILADO.
A NÃO PERDER!
Para mais informações consultar www.classicstage.pt
Dia 6 de Janeiro de 2011 às 21h30
Alabama Gospel Choir é constituído por 25 artistas que conseguem reproduzir todo o percurso do Gospel num registo único até às raízes desta música que combina a parte mais visceral com a essência mais espiritual. Trata-se de um exclusivo grupo vocal de Alabama que conta com importantes figuras como Francine Murphy, nomeada para os prémios Grammy, que começou a cantar desde os 3 anos e já publicou vários álbuns que marcaram uma era.
O gospel tem ganho cada vez mais adeptos e está a converter-se numa música tão natalícia como as valsas de Strauss. A razão está no sentimento e no fervor, pois trata-se de uma música potente e expressiva, em que o mais importante é o canto.
O Alabama Gospel Choir é um exclusivo grupo vocal de Alabama. Este grupo está ligado historicamente ao coro Aeolians, uma instituição fundada em 1896 e que pertence a Black Seven-Day Adventist, que promove o desenvolvimento harmonioso do corpo, da mente e do espírito.
O coro actuou em numerosos países como Roménia, Inglaterra, Polónia, Canadá, Bermudas, Bahamas, Jamaica, etc., e em quase todos os estados dos Estados Unidos da América como embaixadores da música gospel, com títulos tão conhecidos como God is Moving, I Am the Lord, Your God o Thank you. Também actuam frequentemente na televisão nacional americana e em prestigiados centros como o Carnegie Hall de Nova York ou a Casa Branca em Washington D.C., Shrine Auditório e Christal Cathedral em Los Angeles. Em Março de 2003, o coro foi galardoado com a estrela de bronze que aparece no passeio da fama de Alabama Music Hall.
O coro, graças ao seu estilo único e pessoal, obteve excelentes críticas e venceu em numerosos festivais, aumentando a sua popularidade, o que o tornou num dos melhores representantes do gospel americano.
O Alabama Gospel Choir, depois do êxito arrecadado no ano passado volta a contar com a participação de Johnny Sanders e Francine Murphy, nomeados para os prémios Grammy em diversas ocasiões, entre outros importantes artistas internacionais como Merian Terry, E. Travis Jones, Dr. Kevin e a directora do coro Deana Butler. Todos eles regressam a Portugal com um programa renovado e fresco que transmitirá ao público a alma da música gospel.
Dia 13 de Abril de 2011
Tributo da Guitarra Espanhola traz cor e calor a Portugal com um concerto que põe a Andaluzia no coração. Com música inspirada por tradição e difundida através de melodia lírica, o brilhante tom da guitarra e a energia rítmica capturada pelos sons e sensualidade de Espanha.
No coração do concerto é o Concierto de Aranjuez de Joaquin Rodrigo, uma obra-prima do séc.XX e um dos concertos mais populares do mundo, uma fusão criativa de influências de canção popular e orquestração imaginativa. Fantasia para um Gentilhombre de Rodrigo, dá aos temas espanhóis do séc.XVII uma fresca e engenhosa volta, com a viva Sonatina de Frederico Moreno Torroba e a lírica Romanza de Salvador Bacarisse, completando o programa.
Com música cativante e maravilhosos artistas, o concerto reflecte Espanha tanto antiga como moderna – o tributo da beleza da guitarra, é uma viagem fascinante e dinâmica pela música Ibérica.
Dia 20 de Abril de 2011
No Verão de 1791, Mozart foi encarregue de compor uma missa de defuntos por parte de um desconhecido que se recusou identificar-se. (Só mais tarde se veio a saber que essa misteriosa pessoa era um enviado do conde Walsegg-Stuppach, que queria a missa para a sua esposa, falecida recentemente). Mozart, debilitado pelo cansaço e pela doença, e obsessionado pela morte desde a do seu pai, acabou por acreditar que se tratava de um mensageiro do Destino e pôs-se a escrever o réquiem como se fosse para o seu próprio funeral. Dia 5 de Dezembro desse ano, Mozart morria, sozinho e arruinado e sem ter concluido a composição. Tudo isto envolveu o “Réquiem” com um halo de legenda e mistério. Certo é, que a obra constitui uma grande referência da arte de todos os tempos.
Pela sua proximidade cronológica, a “Sinfonia nº 40”, forma junto com a “39” e “41”, um tríptico mais ou menos unificado. A sua composição foi vertiginosa: em Junho de 1788 Mozart terminava a “39”; em Julho, acabava a “40”, e no mês seguinte, finalizava a última. Nesse momento, Mozart tinha caído em desgraça: os seus últimos concertos fracassavam estrondosamente, a sua filha pequena Theresia morreu, ele ficava doente com mais frequencia, e ao mesmo tempo, as suas dívidas económicas cresciam sem fim. Umas circunstâncias que faz ainda mais surpreendente, a composição destas três obras primas.