Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
A BELA ADORMECIDA

 

Dia 18 de Outubro de 2010 às 21h30

 

 


“A Bela Adormecida” converteu-se, juntamente com outras obras de Tchaikovsky como “O Lago dos Cisnes” e “O Quebra-Nozes”  num dos bailados mais espectaculares e representativos do ballet clássico, e é representado por companhias de todo o mundo. Nesta ocasião, o Ballet Estatal Russo, uma reconhecida companhia de ampla experiência, apresenta este espectáculo repleto de refinamento e romanticismo.
 
O argumento do ballet, embora conte a história da princesa Aurora e seu profundo sonho, tem como fio condutor o conflito entre as duas forças; o bem (Fada dos Lilases) e o mal (Carabosse). No entanto, o terceiro acto centra-se nos diferentes bailes da corte onde se introduzem algumas personagens dos contos de Perrault como “O Gato das Botas”, “O Capuchinho Vermelho”, entre outros.
 
O bailado “A Bela Adormecida” inclui o prólogo e três actos que conta com a coreografia de Marius Petipa, o libreto de Ivan A. Vsevolojsky e a música de Piotr Tchaikovsky. Originalmente, estreou com grande êxito no Teatro Mariinski de São Petersburgo em Janeiro de 1890, em pleno romanticismo tardio.

tags: ,

publicado por Teatro Tivoli às 19:41
link do post | comentar

AS QUATRO ESTAÇÕES DE VIVALDI

 

Dia 20 de Outubro de 2010 às 21h30

 

 

Sinfonia de Sofia

 

Svillen Simeonov, director

 

Com esta obra o autor quis transportar para a música os sentimentos que despertam nas estações do ano. Os violinos, a orquestra de cordas e o baixo contínuo conseguem imitar o canto dos pássaros, os disparos da espingarda, os latidos dos cães, o som da água dos ribeiros... Trata-se de um género de música descritiva ou programática, muito em voga no período barroco, ainda que superado por Vivaldi.

 

Dentro da vasta produção de composições de António Vivaldi (uns 750 títulos), “As Quatro Estações” é a sua obra mais famosa e difundida. As quatro partituras que a integram (“A Primavera”, “O Verão”, “O Outono” e “O Inverno”) formam parte de um conjunto de doze concertos para violino e orquestra estreados em Amesterdão no ano de 1725.

 

Trata-se de um género de música descritiva ou programática, muito em voga no período barroco, ainda que superado por Vivaldi, incorporando inovações musicais e dotando-a de grande frescura e força expressiva. Nunca antes se havia descrito melhor em música: tormentas de verão, frias tardes de inverno ou a alegria da primavera.

 

CANON DE PACHELBEL

 

Escrito em 1680 para três violinos e um contínuo, esta obra constitui o maior expoente do Canon (composição de duas ou mais vozes que vão entrando sucessivamente, repetindo cada uma o canto da anterior). Pachelbel, compositor e pianista, conheceu a família Bach e as suas obras exerceram uma grande influência sobre Johann Sebastian.

 

SUITE Nº2 PARA FLAUTA E CORDAS, BWV 1067, Bach

AREA DA SUITE Nº 3 BWV 1068, Bach

CONCERTO GROSSO EM RÉ MAIOR, Op. 6,Nº 4, Corelli.

 

SINFONIA DE SOFIA

 

A Sinfonia de Sofia é uma das principais formações do panorama musical búlgaro. Integra cinquenta músicos formados nas melhores academias da Bulgária e do Leste da Europa. Conta com um amplo repertório que recorre desde à música pré-clássica até ao século XX, na qual as obras dos compositores contemporâneos búlgaros e estrangeiros ocupam um lugar de destaque. 



publicado por Teatro Tivoli às 19:36
link do post | comentar

THE GLENN MILLER ORCHESTRA

 

Dia 10 de Novembro de 2010 às 21h30

 

 

 

 

The Original Glenn Miller Orchestra é uma das mais populares big bands.
 
Criada em 1988, a Glenn Miller Orquestra tem mantido desde então a mesma formação sobre o palco que criou o grande músico norte-americano: cinco saxofones, quatro trompetes, quatro trombones e três percussões, além de um vocalista masculino e outro feminino.
 
O grupo vocal The Moonlight Serenaders e a formação de jazz The Uptown Hall Gang converteu o espectáculo numa magnífica viagem à época dourada do swing.
 
O repertótio da orquestra inclui mais de 200 temas, muitos deles procedentes das partituras originais, entre as quais não podia faltar In the Mood, Moonlight Serenade, American Patrol o Chattanooga Choo Choo. No repertório destacam-se também as contribuições de Jerry Gray, Billy May e Hill Finegan.
 
 
Com uma longa trajectória profissional de cinco décadas, Ray McVay é um dos grandes directores do panorama musical no Reino Unido.
 
McVay tem sido também uma personagem popular na televisão britânica: durante 12 anos participou no programa Come Dancing, onde obteve uma dúzia de prémios pela sua dedicação ao mundo da dança. Também conduziu o seu próprio programa de rádio, Monday, Monday, durante quatro anos.
 
Nos últimos anos, a Glenn Miller Orchestra actuou nos grandes festivais e auditórios: Festival de Jazz de Edimburgo, Festival de Jazz de Glasgow, Godiva Music Festival (Coventry, Reino Unido), Royal Festival Hall, Barbican Hall londinense, Palacio de Versalles, Castillo de Windsor, etc.

 



publicado por Teatro Tivoli às 12:21
link do post | comentar

Terça-feira, 6 de Julho de 2010
Bolero

 

Dia 16 de Novembro de 2010 às 21h30

 

 

Maurice Ravel (1875-1973)
 
 
O grande representante da escola musical francesa, Maurice Ravel, é universalmente conhecido graças ao seu “Bolero”.
As suas primeiras obras (como o ciclo de poemas “Schéhérazade”) foram marcadas fortemente pelo “Prelúdio à sesta de um fauno”, de Debussy, apesar de cedo ter tido influencias alheias, encontrando a sua própria via de expressão. Estreado em 1928 na Ópera de Paris como um ballet, o “Bolero” constitui um autêntico exercício de virtuosismo orquestral cujo interesse reside na forma como Ravel combina os diferentes instrumentos, desde o subtil pianíssimo do início até ao fortíssimo final.

 



publicado por Teatro Tivoli às 23:55
link do post | comentar

O MESSIAS, Handel

Dia 13 de Dezembro de 2010

 

Chega o concerto das festas natalícias: um canto-reflexão sobre o mistério da redenção e a relação entre o Homem e Deus. Dividido em três grandes secções: a profecia da salvação e da chegada do Messias, o sacrifício da redenção e a promessa da salvação. O “Aleluia” e o “Amén” final, verdadeiros monumentos da música, fazem o público disfrutar desta obra ideal para estas festas.
 
Orquestra Sinfónica Estatal Ucraniana de Dnepropetrovsk e
Coro da Sociedade Filarmónica Nacional da Bielorrússia
Natália Ponomarchuck, directora


publicado por Teatro Tivoli às 23:40
link do post | comentar

CARMINA BURANA

 

Dia 14 de Dezembro de 2010 às 21h30

 

 

Carmina Burana é, sem dúvida, a obra mais célebre do compositor alemão Carl Orff. O músico tomou os textos homónimos de uma colecção de cerca 300 cantos escritos por clérigos e estudantes vagabundos dos séculos XII e XIII. Assim, compôs em 1937 uma cantata escénica que leva o mesmo nome que o original e cujo fragmento mais conhecido é “O Fortuna”.


Os poemas incluem canções de amor, de taberna, sátiras, canções estudantis…mas todos constituem um canto ao amor e aos prazeres tenrais.
Beethoven escreveu a Quinta Sinfonia entre 1804 e 1808, e estreou-a a 22 de Dezembro desse mesmo ano em Viena. Trata-se de uma das peças mais célebres da música clássica, e influenciou poderosamente os compositores posteriores como Brahms, Tchaikovsky e Mahler.


Os primeiros rascunhos da Sinfonia nº 9 em Ré menor, Op. 125 datam de 1809, encontrando-se escritos para a mesma ao largo de 1815, 16 e 18. Em 1823, Beethoven, para dar cumprimento a uma solicitação feita em 1817 pela Royal Philharmonic Society de Londres,  retoma a composição durante sua estadia na residência de verão do barão de Pronay e, até outubro, deixa terminados os três primeiros tempos; em fevereiro do ano seguinte conclui o quarto. Parece que Beethoven compreendeu que um final somente instrumental não cabia dentro da magnificência dos três movimentos que já havia escrito, e resolveu genialmente o problema levando a música um antigo projeto: a oda de Schiller An die Freude; assim, esta oda se converteu em um monumental remate coral. A estréia desta imensa obra foi em Viena em 7 de mayo de 1824.

Um concerto a nao perder!



publicado por Teatro Tivoli às 23:32
link do post | comentar

O Grande Concerto de Ano Novo

 

Dia 22 de Dezembro de 2010 às 21h30

 

 


Inspirado no tradicional encontro musical que cada ano se celebra em Viena, retorna ao Coliseu do Porto, o Grande Concerto de Ano Novo, após o êxito de edições anteriores, com uma atrativa seleção das melhores valsas, polcas e marchas de Strauss.
 
A Strauss Festival Orchestra e o Strauss Festival Ballet Ensemble interpretarão títulos tão conhecidos do músico austríaco, considerado o rei da valsa, como  Napoleão, Festa das flores, Klipp Klapp, A valsa do imperador ou Champagne. Não faltará a valsa mais célebre de todas: O Belo Danúbio Azul, nem a marcha Radetzky que, ao compasso das palmas do público, costuma fechar a velada.
 
Mais de 1.000.000 de espectadores desfrutaram e aclamaram a produção Strauss Festival Orchestra por toda a Europa: no Musikverein de Viena, Concertgebouw de Amsterdão, na Philarmonie de Berlin, no Musikhalle de Hamburgo, no Auditorium Parco della Musica de Roma, no Gran Teatre del Liceu ou no Palau de la Musica de Barcelona, no Teatro Real e no Auditorio Nacional de Música de Madrid, etc. O ballet, com estilizadas coreografias e luminosos vestuários, restitui um aspecto essencial aquelas compaixões musicais concebidas para acompanhar a dança.
 
O concerto constitui um dos momentos culminantes da temporada musical de Euroconcert, não só pelo extraordinário clima festivo que rodeia este espetacular programa senão também pela enorme participação de um público que, ano após ano, atende com entusiasmo ao concerto para festejar a chegada do Ano Novo.
 
Uma tradição a não perder!
 


publicado por Teatro Tivoli às 22:25
link do post | comentar

Segunda-feira, 5 de Julho de 2010
QUEBRA-NOZES


Dia 20 de Dezembro de 2010


2ª Feira às 21h00

 

Bailado em dois actos

Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky | Coreografia: Marius Petipa e V.Vainonen baseado no conto de E.T.A. Hoffmann | Cenografia: Evgeny Gurenko | Guarda-roupa: Marina Sokolova | Première: 17 de Dezembro de 1892, Teatro Mariinsky, em Sait Petersburg, Rússia | Duração: 120 minutos (com um intervalo de 15 minutos) | M/3.

 

Duração: 2h00  /  Intervalo: Sim 15 Min.

 

Classificação: M/3 anos (bilhetes pagos a partir dos 3 anos)

  

Informações: 21.357 20 25 (das 13h00 às 19h00)

 

Reservas: 707 234 234

  

Preçário 

 

1º Plateia - 27,00

2º Plateia - 27,00

1º Balcão Frente - 22,00

2º Balcão Frente 20,00

1º Balcão Lateral (visibilidade reduzida) - 18,00

2º Balcão Lateral (visibilidade reduzida) - 16,00

Frizas (cada lugar) - 25,00

Camarotes (cada lugar) - 22,00

  

  Este Natal, a Classic Stage orgulha-se de apresentar o bailado “Quebra-Nozes”, o grande espectáculo que vai encantar o público Português.


Celebra-se a festa do Natal em casa da pequena Clarinha. Os convidados começam a chegar enquanto as criadas e os familiares ultimam os preparativos. Ao fundo do salão ergue-se, resplandecente de luzes e de prendas, a árvore de Natal…

Baseado no conto “O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos”, de E. T. A. Hoffman, o bailado “Quebra-Nozes” é a história de uma menina que sonha com um Príncipe Quebra-Nozes.

 

Numa feroz batalha contra um Rei dos Ratos, Quebra-Nozes encontra-se em grave perigo. Clarinha, vencendo os seus próprios medos, entra nesta batalha e batendo desesperadamente com os seus sapatinhos acaba por aniquilar o Rei dos Ratos.

Transformado agora num príncipe, Quebra-Nozes conduz Clarinha ao Reino das Neves e a um Reino Maravilhoso, onde uma boa fada distribui alegria e guloseimas às crianças que, como Clarinha, ainda têm a capacidade de sonhar.

Uma história que estimula o imaginário de cada um de nós, remetendo-nos para o reino da fantasia e do imaginário.

 

Sedeada em Moscovo, o Moscow Tchaikovsky Ballet, companhia itinerante, congrega solistas dos principais teatros da ex-União Soviética: Teatro Bolshoi e Teatro Perm, na Rússia; Teatro Kiev e Teatro Odessa, na Ucrânia; e Teatro Tbilisi, na Geórgia. A companhia despertou desde logo interesse pelo seu nome. As primeiras actuações em Inglaterra e em Itália não deixaram dúvidas, o público foi unânime em reconhecer as características e qualidade dos intérpretes. A intensidade das suas expressões, a subtileza dos seus movimentos, a graciosidade dos seus gestos, e a capacidade técnica exemplar dos bailarinos são motivo de orgulho para Anastasia Sverchkova, Directora Artística e bailarina na companhia.

 

ESTE NATAL ASSISTA, EM FAMILIA, A UMA GRANDE NOITE DE BAILADO.

A NÃO PERDER!

 

Para mais informações consultar www.classicstage.pt


tags: ,

publicado por Teatro Tivoli às 17:11
link do post | comentar

Domingo, 4 de Julho de 2010
ALABAMA GOSPEL CHOIR

 

Dia 6 de Janeiro de 2011 às 21h30

 

 

Alabama Gospel Choir é constituído por 25 artistas que conseguem reproduzir todo o percurso do Gospel num registo único até às raízes desta música que combina a parte mais visceral com a essência mais espiritual. Trata-se de um exclusivo grupo vocal de Alabama que conta com importantes figuras como Francine Murphy, nomeada para os prémios Grammy, que começou a cantar desde os 3 anos e já publicou vários álbuns que marcaram uma era.
O gospel tem ganho cada vez mais adeptos e está a converter-se numa música tão natalícia como as valsas de Strauss. A razão está no sentimento e no fervor, pois trata-se de uma música potente e expressiva, em que o mais importante é o canto.


O Alabama Gospel Choir é um exclusivo grupo vocal de Alabama. Este grupo está ligado historicamente ao coro Aeolians, uma instituição fundada em 1896 e que pertence a Black Seven-Day Adventist, que promove o desenvolvimento harmonioso do corpo, da mente e do espírito.


O coro actuou em numerosos países como Roménia, Inglaterra, Polónia, Canadá, Bermudas, Bahamas, Jamaica, etc., e em quase todos os estados dos Estados Unidos da América como embaixadores da música gospel, com títulos tão conhecidos como God is Moving, I Am the Lord, Your God o Thank you. Também actuam frequentemente na televisão nacional americana e em prestigiados centros como o Carnegie Hall de Nova York ou a Casa Branca em Washington D.C., Shrine Auditório e Christal Cathedral em Los Angeles. Em Março de 2003, o coro foi galardoado com a estrela de bronze que aparece no passeio da fama de Alabama Music Hall.

O coro, graças ao seu estilo único e pessoal, obteve excelentes críticas e venceu em numerosos festivais, aumentando a sua popularidade, o que o tornou num dos melhores representantes do gospel americano.


O Alabama Gospel Choir, depois do êxito arrecadado no ano passado volta a contar com a participação de Johnny Sanders e Francine Murphy, nomeados para os prémios Grammy em diversas ocasiões, entre outros importantes artistas internacionais como Merian Terry, E. Travis Jones, Dr. Kevin e a directora do coro Deana Butler. Todos eles regressam a Portugal com um programa renovado e fresco que transmitirá ao público a alma da música gospel.



publicado por Teatro Tivoli às 19:48
link do post | comentar

Sábado, 3 de Julho de 2010
Concerto de Aranjuez

Dia 13 de Abril de 2011

 

Tributo da Guitarra Espanhola traz cor e calor a Portugal com um concerto que põe a Andaluzia no coração. Com música inspirada por tradição e difundida através de melodia lírica, o brilhante tom da guitarra e a energia rítmica capturada pelos sons e sensualidade de Espanha.

 

No coração do concerto é o Concierto de Aranjuez de Joaquin Rodrigo, uma obra-prima do séc.XX e um dos concertos mais populares do mundo, uma fusão criativa de influências de canção popular e orquestração imaginativa. Fantasia para um Gentilhombre de Rodrigo, dá aos temas espanhóis do séc.XVII uma fresca e engenhosa volta, com a viva Sonatina de Frederico Moreno Torroba e a lírica  Romanza de Salvador Bacarisse, completando o programa.

 

Com música cativante e maravilhosos artistas, o concerto reflecte Espanha tanto antiga como moderna – o tributo da beleza da guitarra, é uma viagem fascinante e dinâmica pela música Ibérica.



publicado por Teatro Tivoli às 13:56
link do post | comentar

Mozart

Dia 20 de Abril de 2011

 

 

No Verão de 1791, Mozart foi encarregue de compor uma missa de defuntos por parte de um desconhecido que se recusou identificar-se. (Só mais tarde se veio a saber que essa misteriosa pessoa era um enviado do conde Walsegg-Stuppach, que queria a missa para a sua esposa, falecida recentemente). Mozart, debilitado pelo cansaço e pela doença, e obsessionado pela morte desde a do seu pai, acabou por acreditar que se tratava de um mensageiro do Destino e pôs-se a escrever o réquiem como se fosse para o seu próprio funeral. Dia 5 de Dezembro desse ano, Mozart morria, sozinho e arruinado e sem ter concluido a composição. Tudo isto envolveu o “Réquiem” com um halo de legenda e mistério. Certo é, que a obra constitui uma grande referência da arte de todos os tempos.

 

Pela sua proximidade cronológica, a “Sinfonia nº 40”, forma junto com a “39” e “41”, um tríptico mais ou menos unificado. A sua composição foi vertiginosa: em Junho de 1788 Mozart terminava a “39”; em Julho, acabava a “40”, e no mês seguinte, finalizava a última. Nesse momento, Mozart tinha caído em desgraça: os seus últimos concertos fracassavam estrondosamente, a sua filha pequena Theresia morreu, ele ficava doente com mais frequencia, e ao mesmo tempo, as suas dívidas económicas cresciam sem fim. Umas circunstâncias que faz ainda mais surpreendente, a composição destas três obras primas.

 



publicado por Teatro Tivoli às 13:50
link do post | comentar

Newsletter

Introduza o seu endereço de e-mail:

Bilhetes em

Bilheteira
21 357 20 25

Horário de Bilheteira
Segunda a Domingo
13:00h às 19:00h

Nos dias de Espectáculo
Das 13h até ao início do mesmo

E-mail:
geral@teatro-tivoli.com

Reserva de Bilhetes só através do número:
707 234 234
Planta

Lotação: 1088 lugares
Restaurante Tivoli Teatro


2ª a 6ª feira:

- almoço: 12.30h/15.00h

- lanches - 15.00h/18.00h

Tel.: 210737240

E-mail: tivoli.caffe@casadomarques.pt

Sábados, Domingos e jantares durante a semana: por marcação.
Parceiros









Pesquisa